Aves do Caparaó são registradas de forma diferente por grupo de bordadeiras

Aves como o tiê-sangue e o papagaio-de-peito-roxo fazem parte das 18 espécies bordadas. (Foto: Marcio de Campos/TG)Aves como o tiê-sangue e o papagaio-de-peito-roxo fazem parte das 18 espécies bordadas. (Foto: Marcio de Campos/TG)

Aves como o tiê-sangue e o papagaio-de-peito-roxo fazem parte das 18 espécies bordadas. (Foto: Marcio de Campos/TG)

Com apenas 500 habitantes, o distrito de Patrimônio da Penha (ES) é o endereço do Mãos de Fadas do Caparaó, um grupo de artesãs que se dedica a representar as aves do Parque Nacional do Caparaó por meio do bordado e da tapeçaria.

A abundância de espécies permite às bordadeiras observar no dia a dia aves como a saíra-lagarta, o beija-flor-de-fronte-violeta e o sabiá-do-campo.

Ao todo, são 180 espécies de pássaros na região. Dessas, 18 aves estão retratadas em carteiras, quadros, camisetas, bolsas e até pipas.

Por três anos, as irmãs Josiane e Celma Pirovani se dedicaram a produzir miniaturas tridimensionais para reproduzir as aves do Caparaó. A tapeçaria em ponto cruz é a técnica utilizada.

Recentemente, o trabalho das dez bordadeiras capixabas ganhou destaque na exposição “Casa Bordada”, organizado pelo Museu do Objeto Brasileiro, na capital paulista.

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