Conselho de Saúde faz ato contra falta de profissionais, medicamentos e insumos no Hospital Ouro Verde

Ato do Conselho Municipal de Saúde no Hospital Ouro Verde, em Campinas, nesta terça-feira (14) (Foto: Conselho Municipal de Saúde/Divulgação)Ato do Conselho Municipal de Saúde no Hospital Ouro Verde, em Campinas, nesta terça-feira (14) (Foto: Conselho Municipal de Saúde/Divulgação)

Ato do Conselho Municipal de Saúde no Hospital Ouro Verde, em Campinas, nesta terça-feira (14) (Foto: Conselho Municipal de Saúde/Divulgação)

Integrantes do Conselho Municipal de Saúde (CMS) e profissionais da área se reuniram em um ato contra a falta de pessoal, medicamentos e insumos no Hospital Ouro Verde, em Campinas (SP), na manhã desta terça-feira (14). Os atendimentos não foram prejudicados, segundo a Organização Social Vitale, responsável pela gestão da unidade.

“O ato do Conselho foi em defesa do SUS contra os cortes dos recursos da saúde que estão ocorrendo na Prefeitura e também em solidariedade aos trabalhadores que estão sem receber os seus direitos”, afirma a presidente do CMS, Maria Haydée de Jesus Lima.

O conselho informou que aproximadamente 100 pessoas participaram do protesto, entre sindicalistas da área da saúde e de outros setores que se solidarizaram com os problemas. De acordo com a Emdec, não houve comprometimento do trânsito na região.

O Conselho reivindica a realização de uma audiência pública com o prefeito Jonas Donizette, solicitada em agosto, e melhores condições para a saúde pública da cidade. O ato começou às 9h em frente ao pronto-socorro da unidade.

A Prefeitura informou por nota, no entanto, que “o Gabinete do prefeito e a Secretaria Municipal de Saúde ainda não receberam o documento com a solicitação”. A administração municipal disse, ainda, que “as questões relativas ao Hospital Ouro Verde, assim como as principais pautas da área da Saúde, têm sido amplamente discutidas nas reuniões do Conselho”.

A Vitale enfrenta problemas na administração dos recursos. Há meses os profissionais sofrem com salários atrasados e outros transtornos relacionados à gestão. Os médicos da unidade chegaram a fazer uma greve no final de outubro por conta das más condições.

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