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Dono de loja de veículos investigado na Operação Ventríloquo é preso em Jarinu

Dono de loja de veículos investigado na Operação Ventríloquo é preso em Jarinu

Dono de loja de veículos investigado na Operação Ventríloquo é preso em Jarinu

Um homem procurado pela Justiça por formação de quadrilha, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro foi preso na noite de quarta-feira (6), em Jarinu (SP).

Renato Antônio de Souza tinha uma loja de veículos que seria usada para lavagem de dinheiro do tráfico de drogas em Araraquara, onde promotores do Gaeco e policiais militares realizaram a Operação Ventríloquo.

Na operação foram apreendidos 743,5 quilos de drogas em Araraquara e Ribeirão Preto (SP), e seis pessoas foram presas.

Segundo o Gaeco, foram encontrados 53 tabletes de maconha em uma escola desativada de Ribeirão Preto e outros 750 tabletes foram localizados em uma residência do Jardim Acapulco, em Araraquara.

Segundo a polícia, os promotores descobriram que Renato seguia para Caraguatatuba, no litoral de São Paulo, pela rodovia Dom Pedro e comunicaram os policiais rodoviários.

Contra Renato há um mandado de prisão que faz parte da operação Ventríloquo conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo de Ribeirão Preto.

Renato viajava com a família em carros diferentes. Quando os policiais abordaram o primeiro veículo, a mulher disse que ele estava no automóvel da frente.

Nesta quinta-feira, Renato foi encaminhado à delegacia de Araraquara.

Droga estava em imóvel no Jardim Acapulco em Araraquara (Foto: ACidadeOn/Araraquara)Droga estava em imóvel no Jardim Acapulco em Araraquara (Foto: ACidadeOn/Araraquara)

Droga estava em imóvel no Jardim Acapulco em Araraquara (Foto: ACidadeOn/Araraquara)

Investigações

As investigações começaram no segundo semestre de 2016, para averiguar a atuação de um integrante da cúpula de uma facção criminosa suspeito de ser responsável pelo assassinato de agentes públicos na região.

Segundo o Gaeco, o homem se comunicava por meio de terceiros, procurando evitar ser relacionado com as atividades ilícitas que comandava, por isso a operação foi batizada de Ventríloquo.

A apuração apontou para o tráfico de drogas e indicou que o grupo lavava o dinheiro dos entorpecentes com a compra e venda de veículos.

De acordo com o Gaeco, um dos presos, funcionário de uma loja de automóveis, é suspeito de intermediar essas negociações, que englobavam carros de alto valor.

O Gaeco tem 15 dias para concluir as investigações, ouvindo pessoas e analisando o material apreendido, para apresentar denúncia à Justiça.

Os investigados podem responder por organização criminosa, tráfico de drogas, associação ao tráfico e lavagem de dinheiro. As penas podem chegar a 73 anos de prisão.

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