EUROPA ACUADA

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O crescente número de casos de violência em países da Europa, como França, Reino Unido, Alemanha e Itália, tem sido motivo para que tanto especialistas como cidadãos percam o sono.

Tradicionalmente controlados e baixos, os índices de violência começaram a subir após a verdadeira invasão de refugiados que assola o continente. Por mais incorreto politicamente que seja falar nestes termos, essa é a pura realidade.

Os países mais procurados pelos refugiados não suportam mais acolher cidadãos de outros países, seja pela falta de infraestrutura para acomodá-los ou pelo impacto nas contas públicas, com o custeio de milhares que não estão na cadeia produtiva nacional.

É bom que se diga que os delitos não tem sido praticados pelos refugiados com exclusividade ou em sua maioria. Observa-se certo oportunismo da marginalidade local, em agir nesse momento delicado, aproveitando que os ânimos acerca da presença maciça de estrangeiros na Europa é muito contestada, atribuindo-lhes a culpa por isso, o que acaba sendo bom para os governos mal sucedidos no setor, que rapidamente encontram um “bode expiatório” para os seus problemas.

Certo é que o crescimento de grupos neo fascistas e nazistas tem sido fomentado pela direita radical em várias nações, ganhando espaço nunca ocupado após a 2ª Guerra Mundial, graças aos sérios problemas em um dos pilares de sustentação e existência do próprio Estado, que é a segurança, seja nacional ou pública.

Razão de ser do Estado, a segurança tem fundamental importância em países cujas fronteiras e limites são são próximos e pequenos. Quando o cidadão percebe que, ao auxiliar pessoas de outros países o seu fica vulnerável, exposto a toda a sorte de males, começa a se perguntar até que ponto isso vale a pena; e mais, quando percebe que essa postura nacional pode não ter fim,  graças à falta de investimento na solução dos problemas na terra de origem dos refugiados.

A ONU tem atuado como pode, mas parece não ser o suficiente. Grandes colaboradores, como os EUA, graças ao governo nacional capitalista de Donald Trump, já não dispendem grandes valores em prol de cidadãos de outros países, por entenderem que o seu cidadão está em primeiro lugar, fazendo uso de pensamento que não é nada reprovável.

Resta-nos acompanhar os fatos, torcendo para que o brilho da “cidade luz”, como é conhecida Paris, não seja apagado por punguistas, e tampouco a hospitalidade italiana e inglesa comprometidas pela insegurança de suas ruas.

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