Mãe alega falta de fralda e sai de hospital com bebê que tomou soda cáustica, diz secretário 

Mãe alega falta de fralda e sai de hospital com bebê que tomou soda cáustica em Tatuí

Mãe alega falta de fralda e sai de hospital com bebê que tomou soda cáustica em Tatuí

A criança de um ano que foi socorrida após ingerir soda cáustica na segunda-feira (13) em Tatuí (SP) foi retirada pela mãe do hospital sem receber alta. Ao G1 nesta terça-feira (14), o o secretário de Saúde Jerônimo Simão afirmou que a mulher alegou que não tinha fralda para colocar no bebê.

“A mãe retirou a criança da unidade sem alta alegando que o hospital não tinha fralda. Acionamos o Conselho Tutelar, que foi até a casa da família, para que a mãe voltasse com a menina ao pronto-socorro para ser devidamente atendida”, explica.

Ainda segundo o secretário, a criança estava em observação para que o médico avaliasse a necessidade de fazer uma endoscopia.

“Quando voltaram ao hospital, outro médico avaliou o bebê e constatou que não havia necessidade de uma endoscopia, pois a criança não chegou a engolir a soda. Ela foi medicada, devido aos ferimentos na boca e liberada”, afirma.

Em nota, o Conselho Tutelar informou que foi até a casa da família e solicitou que a mãe e avó materna da criança retornassem ao pronto-socorro para que o atendimento fosse realizado.

Criança foi atendida no pronto-socorro de Tatuí (Foto: Reprodução/TV TEM)Criança foi atendida no pronto-socorro de Tatuí (Foto: Reprodução/TV TEM)

Criança foi atendida no pronto-socorro de Tatuí (Foto: Reprodução/TV TEM)

Entenda o caso

De acordo com a Secretaria de Saúde, a equipe do Samu foi chamada pela mãe da criança, que foi levada ao hospital de Tatuí e atendida por uma pediatra.

Segundo a secretaria, a menina chegou espumando pela boca e com queimaduras da soda nos lábios.

A criança ficou em observação e, como não pode ser feito lavagem, já que a soda é corrosiva, a menina seria transferida para um hospital para fazer endoscopia, porém, após passar por consulta médica, foi constatado que o procedimento não seria necessário.

*Com supervisão de Ana Carolina Levorato

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