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Mãe e bisavó de bebê que morreu após ser abandonado em fossa serão ouvidas pela polícia

Mãe e bisavó de bebê abandonado em fossa desativada são ouvidas pela polícia

Mãe e bisavó de bebê abandonado em fossa desativada são ouvidas pela polícia

A mãe e a bisavó do bebê recém-nascido que foi encontrado abandonado dentro de um saco plástico, em um fossa desativada de Itapura (SP), serão ouvidas pela polícia para dar mais esclarecimentos sobre o caso. A criança chegou a ser socorrida, mas não resistiu e morreu.

De acordo com informações da Polícia Civil, elas já tinham sido ouvidas na segunda-feira (9), mas houve divergência de depoimentos delas e dos médicos que avaliaram a data que o bebê nasceu.

Mãe e bisavó alegaram que a criança havia nascido no último sábado (7), mas os médicos confirmaram que o bebê tem mais de 10 dias de vida. Elas prestaram o depoimento e foram liberadas em seguida.

A polícia também investiga se a bisavó acobertou a gravidez da mulher, que tinha problemas mentais e estudava na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Funcionários da unidade de ensino disseram à polícia que não sabiam sobre a gravidez.

Bebê foi encontrado dentro de saco plástico, em fossa desativada de Itapura (Foto: Reprodução/TV TEM)Bebê foi encontrado dentro de saco plástico, em fossa desativada de Itapura (Foto: Reprodução/TV TEM)

Bebê foi encontrado dentro de saco plástico, em fossa desativada de Itapura (Foto: Reprodução/TV TEM)

Entenda o caso

O recém-nascido foi encontrado abandonado na segunda-feira (9). A criança foi socorrida com vida por um aposentado, mas morreu no hospital.

O bebê recebeu os primeiros atendimentos no posto de saúde de Itapura e depois foi encaminhado ao Hospital Regional de Ilha Solteira. Ele deu entrada com hipotermia e infecção generalizada. Depois de três horas a criança morreu.

“Eu vinha pela rua quando uma mulher começou a gritar que tinha uma criança viva jogada no fundo de um quintal. Ela desamarrou [o saco plástico], eu limpei a criança, ajudei ela a respirar. Quando chegamos no posto de saúde, a enfermeira deu banho e a criança começou a chorar”, lembra o aposentado Rubens Gonçalves de Lima.

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