MoMa de Nova York reabre maior e transformado

Mulher passa junto a conhecida obra de Andy Warhol

Mulher passa junto a conhecida obra de Andy Warhol Timothy A. Clary / AFP / CP

O Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) reabre este mês, após uma reforma milionária que permitirá exibir mais centenas de obras em um espaço ampliado e com projeto renovado.

Depois de permanecer fechado por quatro meses e de um investimento de 450 milhões de dólares, o museu abrirá em 21 de outubro com maior capacidade. O MoMA, que se mudou para seu atual endereço em 1939, passou por reformas em 1950, 1962, 1980 e 2001 para absorver o crescimento de sua coleção e o aumento no número de visitantes.

Desta vez, expandiu em um terço seu espaço, no total de 15.329 metros quadrados, e poderá expor cerca de 2.400 obras por ano, contra a média atual de 1.500, relatou à imprensa o diretor Glenn Lowry. Pela primeira vez, as obras serão apresentadas por temática, e não pela época em que foram criadas.

Também haverá mais luz natural no museu. Lowry afirma que a nova disposição reflete a filosofia do primeiro diretor do museu, Alfred Barr. “Barr o imaginou como um laboratório, para o qual o público foi convidado.

O público participaria do experimento de olhar e pensar sobre arte moderna”, explicou. “Ele entendeu que o museu deveria ser uma obra em curso, mudando e evoluindo à medida que a arte moderna e contemporâneo muda e evolui”, acrescentou o diretor. Para Lowry, “o que torna a arte moderna e contemporânea emocionante são, justamente, os debates e argumentos que ainda acontecem”.

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