MORTES NO RIO DE JANEIRO: VEREADORA MARIELLE FRANCO

O assassinato da Vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) chocou o Estado do Rio de Janeiro e boa parte do país. Demonstrou que ninguém está a salvo naquela cidade, e que o aprofundamento das medidas de contenção da violência e banimento dos maus policiais, defendidas pelo interventor e por outros segmentos especializados deve ocorrer com urgência.

Não há ninguém seguro na cidade do Rio de Janeiro, seja cidadão, autoridade ou político; até a ilusão romântica de que os moradores dos morros e comunidades estariam a salvo da fúria de seus vizinhos marginais foi para o espaço há muito tempo.

Uma vereadora, mulher, negra e originária de uma comunidade carente da cidade foi morta a tiros, juntamente com um trabalhador que supria licença médica do seu motorista, em plena luz do dia.

Isso é um soco na cara do poder constituído, sempre cheio de cuidados e melindres, quando se trata da segurança pública.

Tristeza pelas mortes à parte, agora o governo federal amargará o calvário de ter um partido chato, crica, como é o PSOL, em seu encalço, desta vez com uma mártir para exibir, representando a parcela mais humilde e desvalida da sociedade.

Se não agir com o rigor que se espera, mais mártires surgirão, e o quadro será devastador. A solução agora é agir ou agir.

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