Protesto de funcionários da Colepav bloqueia trânsito na Vila Industrial, em Campinas

Funcionários da Colepav protestam por atraso nos salários em Campinas (Foto: Johnny Inselsperger/EPTV)Funcionários da Colepav protestam por atraso nos salários em Campinas (Foto: Johnny Inselsperger/EPTV)

Funcionários da Colepav protestam por atraso nos salários em Campinas (Foto: Johnny Inselsperger/EPTV)

Funcionários da empresa Colepav Ambiental realizam um protesto e bloqueiam o trânsito em um trecho da Avenida Doutor Salles de Oliveira, na Vila Industrial, em Campinas (SP), na manhã desta segunda-feira (13). Segundo eles, a manifestação acontece por conta no atraso dos salários referentes ao mês de outubro.

Segundo a EPTV, afiliada da TV Globo, representantes da empresa, que atua na limpeza, informam que o atraso no pagamento se deve pela falta de repasse da Prefeitura de Campinas. Cerca de 300 pessoas aderiram à paralisação. Em nota, a Prefeitura de Campinas informou que está renegociando os contratos após queda na arrecadação e tem tentado honrar os compromissos. Leia nota abaixo:

“Por conta da crise econômica e da queda na arrecadação, a Prefeitura renegociou vários contratos e vem fazendo o possível para honrar os compromissos, com prioridade para salários dos servidores, Saúde e Educação. A Administração tem adotado medidas para reequilibrar o caixa e normalizar os pagamentos. No caso da Colepav, a Prefeitura discute a retomada dos serviços o mais rapidamente possível”, diz o texto enviado ao G1.

O protesto começou por volta das 7h45. Às 10h, os manifestantes bloqueavam completamente a circulação de veículos nos dois sentidos da avenida, segundo a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec). Os motoristas que circulam pela região no sentido centro são desviados para a Rua Alferes Raimundo, e no sentido bairro, para a Rua Francisco Egídio. Não foi registrado congestionamento ou lentidão no local.

Segundo um colaborador que não quis ser identificado, os funcionários foram orientados a não ir trabalhar pelos coordenadores de cada setor. A paralisação acontece desde sexta-feira (10) e refere-se ao atraso nos salários de outubro.

“Todo quinto dia útil a gente recebe, mas nesse mês não recebemos nada ainda. Até resolver isso, não temos previsão de voltar a trabalhar”, conta o funcionário.

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