SEMANA DE DEFINIÇÕES

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Até o final desta semana teremos definido o efetivo de cada partido para a disputa eleitoral que se avizinha. Renúncias, mudança de partidos e filiações deverão ocorrer, de modo a preparar o terreno deste que deverá ser um embate eleitoral totalmente diferente, em razão das regras do pleito e do cenário de devastação causado pela “operação lava jato”.

Aliás, o atual presidente da república, Michel Temer, pode esperar mais uma denúncia – a terceira – em decorrência das investigações que apontam sua atuação em benefício de empresas que atuam no Porto de Santos/SP. Após a prisão de alguns amigos antigos, mesmo que por curto espaço de tempo, o sinal vermelho foi aceso na realeza.

Muita gente alega saber do envolvimento de Michel Temer com o porto, o qual seria de longa data, fato que animou os investigadores a aprofundar o trabalho e a descobrir, ao que parece, certa verdade nisso.

O presidente que vibrava e se preparava para investir pesado em uma campanha para um novo mandato, apostando alto em movimentos positivos da economia, agora terá que depositar suas fichas no fiel escudeiro Henrique Meirelles, que já trocou de partido disposto a lutar pela presidência da república. Se antes havia a perspectiva de uma dobradinha Temer/Meirelles, agora, graças às recentes prisões e depoimentos, será possível que tenhamos uma chapa encabeçada por Meirelles, defendendo o legado do atual mandatário, que novamente terá que se preocupar em não deixar o cargo antes da hora prevista, pela terceira vez, caso seja novamente denunciado pela Procuradoria Geral da República.

Melhor seria se tivesse mantido sua palavra, e não manifestado interesse em concorrer. Mas, como isso parece ser moda, tomando-se o exemplo recente do prefeito paulistano João Dória, nos resta não votar em quem apresenta essa sanha mentirosa. Afinal, pelo comportamento, mesmo que entrem na disputa, não acrescentarão grande coisa. 

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