Tucunaré-vazzoreli desafia a equipe do Terra da Gente no rio Nhamundá

O tucunaré-vazzoreli, descoberto pela Ciência em 2006. (Foto: Carlos Alberto Coutinho/TG)O tucunaré-vazzoreli, descoberto pela Ciência em 2006. (Foto: Carlos Alberto Coutinho/TG)

O tucunaré-vazzoreli, descoberto pela Ciência em 2006. (Foto: Carlos Alberto Coutinho/TG)

No rio Amazonas, uma praia ganha vida com o berçário de trinta-réis e talha-mares. Na ilha de areia, estas aves migratórias encontram condições para colocarem os ovos. Em menos de um mês, os filhotes nascem famintos e com a plumagem perfeita para a camuflagem contra os predadores. Mas a praia da Coroa não é apenas o refúgio das aves. Com o cair do sol, a vida continua se multiplicando. É na areia quente que tartarugas executam uma das cenas mais belas da vida selvagem saindo da água para realizarem a desova.

Uma fêmea da espécie pode pôr até 140 ovos, que têm um valor significativo para os amazonenses, que costumam usá-los na culinária local. Mas na ilhota da praia da Coroa, as tartarugas são protegidas por ambientalistas e ribeirinhos da comunidade. E a estimativa este ano é que nasçam mais de 30 mil filhotes.

No rio Nhamundá, na divisa entre Pará e Amazonas, a equipe do Terra da Gente vai em busca de um tucunaré-vazzoreli, descoberto pela Ciência em 2006. Esta espécie é o resultado do cruzamento do tucunaré-açu, considerado o maior da família, com o tucunaré-paca.

Em um lago do rio Nhamundá, os repórteres fisgam três tucunarés diferentes, inclusive o vazzoreli, o mais desejado das espécies.

Deixe uma resposta