Tufão Jebi passa pelo Japão e deixa rastro de destruição e morte

O tufão Jebi passou pelo Japão deixando um rastro de destruição que pôde ser testemunhado apenas nesta quinta-feira, quando as fortes chuvas e ventos fizeram uma pausa. Pelo menos 11 pessoas morreram e cerca de 470 pessoas ficaram feridas. Na foto, é possível ver um navio que foi carregado pela ventania e ondas muito fortes na cidade portuária de Nishinomiya

Também em Nishinomiya, centenas de carros pegaram fogo depois de serem jogados uns sobre os outros pelos fortes ventos e explodirem. A velocidade dos ventos chegaram a 210 km/h

Em Kobe, carros que estavam em um estacionamento também foram amontoados pela ventania. As enchentes e desabamentos provocaram cortes de energia. Cerca de no Japão 530 mil casas ainda estavam sem luz nesta quinta-feira (5)

Em Osaka, 3 mil pessoas passaram toda a quarta-feira (4) presas no Aeroporto Internacional de Kansai. Todos os voos foram cancelados por conta da inundação das pistas de decolagem. Por conta do mau tempo e dos riscos de acidentes, os passageiros só conseguiram ser retirados de Kansai na manhã da quinta-feira

A ponte que liga Osaka ao Aeroporto Internacional de Kansai foi danificada após a colisão de um navio-tanque, que foi jogado pelo vento contra a estrutura. Apesar dos danos, a ponte teve de ser usada para a retirada dos milhares de passageiros presos no aeroporto por conta do tufão

O vento foi tão forte que também carregou contêineres que estavam no porto de Kobe. O Jebi está sendo considerado o pior e mais poderoso tufão a atingir o Japão em 25 anos

Alguns dos contêineres pegaram fogo depois de serem carregados e se chocarem uns com os outros no porto de Kobe. 

Em Nishinomiya, os guindastes usados para carregar e descarregar navios no porto foram destruídos pelo tufão Jebi. Com o tempo aberto nesta quinta-feira (5), começam os esforços de limpeza e reconstrução. “O governo continuará a fazer tudo que for possível para lidar com esses problemas com a maior urgência”, disse o secretário-chefe do gabinete japonês, Yoshihide Suga

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