COVID-19 NO BRASIL: AMAZONAS PAGA O PREÇO DO “NEGACIONISMO” PRESIDENCIAL

Um cenário de guerra, com mortos acumulados aguardando na fila para enterro; doentes espalhados pelo chão de hospitais públicos superlotados, muitos morrendo à míngua, por conta do precário atendimento; aproximadamente sessenta crianças entre a vida e a morte, em razão da falta de oxigênio, cujos cilindros tiveram os preços aumentados pelo governo federal dias antes do colapso na saúde no estado.

São fatos como estes que nos remetem a pensar sobre o que fazer com um governo como o atual. Qual a razão de se manter um presidente que sequer consegue colocar na pasta da Saúde um profissional do ramo; que demorou demais para adquirir as vacinas e insumos, além de não se ocupar com um plano nacional célere de imunização do povo?

Como não responsabilizar legalmente um presidente que faz questão de posar como “garoto propaganda do negacionismo” instigando pessoas, por meio da sua conduta e popularidade, a andar sem máscara e a não manter o distanciamento social, como se estivéssemos em um grande faz de contas?

Milhares de vidas ceifadas e outras tantas, diariamente, sendo levadas, e o presidente Bolsonaro diz: “Fizemos nossa parte.”, em relação ao colapso da saúde no Estado do Amazonas.

A boa gestão pública e o direito não admitem desculpa tão esfarrapada com esta. O povo do Amazonas não merece.

É preciso que o Legislativo, o Judiciário, o Ministério Público e a Sociedade Civil  reforcem o cumprimento do seu papel neste país, antes que seja tarde.

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Author: José Vieira

Jornalista/Articulista, bacharel em Direito(aprovado na OAB), servidor público, professor do Centro de Estudos e Ensino em Segurança Pública e Direitos Humanos - CESDH, pós graduado em Direito da Comunicação Digital, com MBA em Gestão Pública,

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