
Parece difícil crer em um cenário como este referente aos EUA mas, pelo visto, é o que se projeta para o futuro próximo.
A postura elitista e imperialista do governo americano em relação às nações do mundo tende a gerar reações prejudiciais à economia americana, a curto e a médio prazo.
Novas alianças regionais que excluiriam os EUA começam a germinar. A Europa, tão ofendida e menosprezada pelo governo Trump, já se articula para redirecionar seus negócios e investimentos para outros mercados.
É preciso entender que a tecnologia americana já não é mais predominante no mundo. Que o seu mercado não é o mais rentável ou atraente para várias nações, principalmente com a rudeza e imposições feitas pelos EUA.
Não está desconsiderada, como medida drástica, a exclusão do dólar como moeda padrão em negociações internacionais, principalmente entre os blocos existentes ou formados.
O cerceamento à liberdade de expressão, garantida pela Constituição Americana, já se tornou corrente no país, sem limites, e imposta de forma altamente discriminatória.
Quando os cidadãos americanos acordarem para esse descalabro será tarde. Sua economia estará débil, a liberdade restrita e o país odiado por varias nações, até mesmo por antigos e tradicionais aliados.
Nesse ponto, assim como deseja o presidente Trump, a América será apenas dos americanos. Eles produzirão para si próprios, e não venderão para outros países, por falta de interesse destes; decairão da condição de grande democracia, para o patamar de imensa demagogia.
Uma nova ordem mundial germina, fortalecida pelo adubo das ações imperialistas do atual governo americano, e regada com a liquefeita verborragia desafiadora de seu presidente.
A continuar como está, em breve teremos uma árvore malévola e forte, gerando os frutos que compõem o título deste artigo. Mais um império na história da humanidade que inicia sua queda.
Tudo sem a menor necessidade.
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