BRICS PAY, PIX E TRUMP

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Após concretizar uma série de taxações mundo afora, o presidente Trump amarga o risco de ser o presidente que iniciará o declínio do “império americano”.

Isto porque sua política externa nada simpática tem gerado o pior sentimento que pode se abater sobre um país: a falta de confiabilidade.

Aos olhos do mundo, não apenas Trump, mas o próprio país, se tornou alvo de total desconfiança quanto ao respeito a acordos firmados. Isso é altamente nocivo e estimula a formação de novos blocos e formas de negócios, como é o caso dos Brics ( com o Brics Pay e o PIX brasileiro), e da União Europeia com o Mercosul, para fazer frente ao poderio americano nas relações comerciais no mundo.

Alguns efeitos já começam a ser sentidos, como a queda do valor da moeda americana e a alta nas bolsas de valores, ao menos no Brasil. Já nos EUA, ao que parece, a situação não é positiva, pois há queda no nível de empregos e o custo de vida está mais elevado. Crê-se que a “Ideologia de Direita Radical” praticada pelo presidente Trump deveria ser substituída pelo “Pragmatismo Político e Econômico”, se livrando de pechas e contendas que não são suas, na medida em que as nações independentes tem o direito e o dever de tratar internamente de seus problemas políticos, econômicos e legais.

Os EUA ganhariam muito mais, e o mundo todo respiraria aliviado pelo retorno do velho craque das negociações, que não se deixava levar pelo sentimentalismo casuístico de alguns, que somente observam o próprio umbigo, ou o de seus familiares. Há espaço razoável para que novas propostas de negócios e não sanções, sejam adotadas em relação ao Brasil.

É preciso, apenas, recobrar o bom e velho espírito empreendedor americano, que movimento o mundo no século passado, para que todos possam conviver sem tensões e ganhando muito em suas relações comerciais. E aqui fica uma ideia: os brasileiros são loucos por automóveis. Se o governo americano pedir tarifa zero nas importações de carros americanos propondo, em contrapartida, que as montadoras instalem no Brasil redes amplas de assistência técnica, que geram alta empregabilidade, e treinamento de brasileiros, seria um ganho monumental para todos os lados.

O Brasil está disposto a negociar, os brasileiros aguardam isso e querem voltar a considerar os EUA um parceiro, até mesmo um exemplo a ser seguido, e não uma ameaça à estabilidade mundial. 

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Sobre José Vieira 216 artigos
Professor, Jornalista, Bacharel em Direito(com OAB), Servidor Público, Pós-graduado em Direito da Comunicação Digital, MBA em Gestão Pública, Pós-graduado em Direito Administrativo

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